• Moe Moe Kyun ~!

    Que tal reunir-se todos os dias com suas amigas, praticar guitarra, comer bolo e tomar um chá? Assim que a banda Ho-kago Tea Time (Hora do Chá Depois da Escola) ocupa suas atividades no clube de música keionbu.


    Dividido em duas temporadas, K-on popularizou-se graças ao carisma e situações fofas que as personagens vivem no clube. Do mesmo modo que recebeu elogios, a série também é criticada pelo excesso de clichê e apelo comercial. Afinal, não deixa de ser um anime que estampa marcas famosas de instrumentos musicais, mas fala muito pouco sobre música. K-on apela visualmente com a fofura, é fetichista no sentido de projetar uma imagem ideal da realidade, leve e fofa, na qual a rígida sociedade japonesa certamente não se encaixa. 

    Por outro lado, os fãs pouco se importam com isso e aproveitam a série com o compromisso de divertir-se (e nesse ponto, pode-se dizer que K-on cumpriu seu papel). Nessa matéria quis não apenas mostrar o lado negativo, mas também o lado positivo de K-on, além de informações sobre doces e instrumentos mostrados na série.

    Personagens e Instrumentos Musicais


    Uma excelente escolha feita pela Mugi, visto que a Korg Triton é uma marca profissional. Alguns exemplos de artistas que tocam esse modelo são Jordan Rudess, Ryo Okumoto e David Paich.






    Cardápio do Ho-kago Tea Time



    Pontos positivos e negativos

    Pontos Positivos
    • História agradável, descomprometida e comédia fofa e leve. Bom para quem gosta de slice-of-life com altas doses de moe, doces e chás.
    • As personagens são extremamente fofas e apertáveis. Cada uma tem uma personalidade marcante, e isso é explorado de maneira cômica e moe moe durante toda a série.
    • Não há ecchi, tsunderes complicadas ou traumas pesados de infância.
    • Parte técnica excelente: qualidade do traço e animação é constante durante toda a série. Além disso, K-on já está disponível para assistir em alta definição.


    Pontos Negativos
    • O lado musical do anime é pouco explorado. Não espere encontrar as maravilhas e desafios do mundo musical.
    • As personagens são genéricas e, principalmente, repetitivas: elas não desenvolvem durante a série e possuem sempre as mesmas manias: Mio sempre será tímida, Ritsu sempre vai atazanar Mio, Mugi sempre vai trazer o chá da tarde. O que muda, e de forma até mística, é a habilidade da Yui e sua irmã mais nova aprenderem música da noite pro dia.
    • Não possui ecchi, tsunderes ou traumas pesados de infância também pode ser considerado um ponto negativo, já que tudo é muito bonito e feliz.

    Concluindo, K-on é um anime descontraído ao passo que traz referências sutis à musica. Algumas pessoas (como eu) podem se irritar com tantas fofurices e o enredo não é complexo, o que não considero ruim nem bom. Pessoalmente não foi um anime que me marcou, mas que assistiria para passar o tempo e relaxar. 

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